Se lulla tivesse vencido a 2ª guerra no lugar de Stalin...
1- A utilização do GÁS seria totalmente proibida, inclusive para fins de cozimento de alimentos. Mesmo os peidos estariam proibidos!
2- Para cozinhar, somente fogão a lenha, porém, os FORNOS estariam proibidos. Pizza, nem pensar!
3- Cotas para minorias seriam asseguradas. Judeus, Indios, Quilombolas, Romanos, Neanderthais, Lobisomens, Vampiros, Sasquatchs (Pés Grandes) e Emos teriam direitos garantidos. E receberia bolsa-familia!
4- O Portugeis do Braziu ceria a língüa oficiau. Todos serião auphabetisado pelos criterio do MEC e teria que apremderem a comtarem pelo menos até nove (nos dedo). A fabricação de Lingüiça seria proibida, pois o trema seria abolido!
5- A democracia de partido único seria implantada. O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (NS/DAP - ou partido Nazi -) continuaria existindo, mas agora passaria a se chamar simplismente PARTIDO DOS TRABALHADORES!
6.66- O "Führer" se tornaria o "Companheiro". Hitler seria substituido por Lulla!
Bonus - A seleção alemã seria substituida pelo curingão (e a alemanha JAMAIS teria ganho uma copa - Da-lhe BRASIL!!!)
sexta-feira, 8 de julho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Fracasso
Hoje me peguei pensando sobre a nossa presidantA...
Quem me conhece sabe que eu não suporto essa esquerda brasileira e latida-americana, um arremedo de gentalha que eu, minimamente, nem respeito, pra dizer o mínimo.
Mas no pior dos caso, e estamos nele, somos obrigados, além de votar, claro, a conviver com esses DESgovernos meso-comunistas (com os bens dos outros - e a vida alheia), meso-capitaliastas (com as propriedades deles, lógico), e que a cada dia mais se afundam em medidas paliativas ou desesperadas de encontrar um rumo, sendo que nem ao menos sabem para que porto estão navegando (parafraseando Sêneca) e pior, nos fazem remar em suas barcas furadas.
Mas existe sim uma boa explicação para isto, e que está clarificada como água de nascente. Enfim, o que esperar de pessoas que, como nossa ...antA torturada (sei!) pela "dictadura", (ex?) guerrilheira de "envergadura" (ela era QUASE importante), que de tão competente e capaz, assim como seu cumpanheiro bolivariano huguito, diga-se de passagem, tentou, no passado inglorio - e jamais conseguiu - chegar ao poder (guardadas as devidas proporções) por meios, digamos, não tão democráticos quanto uma eleição (manipulada) que os levou (e os mantem), anos mais tarde, ao tão almejado cargo de pontífice máxim..., er, ops, digo, de chefes de Estado e de Governo de suas respectivas naçinhas (Outrora conhecidas como Nações, hoje diminuidas pelos atos contínuos de vilipêndio da História, da Cultura, Tradições e do partimônio público E sobretudo, privado.)
Há quem sustente que a tal via democrática, pelas quais muitos já chegaram ao poder (da extrema direita à extrema esquerda, passando pelo PMD... er... digo, o centrão), legitime esta "conquista" (como se por uma eleição pudessemos ser subjugados e tornasse-mos súditos de um governante por X anos, até a próxima eleição!), e assim justificam os "atos administrativos" heterodoxos praticados por essas pessoas, normalmente com vistas a uma clara necessidade de "governabilidade", que aliada a um "fator Alzheimer" - doença que afeta politicos (e seus apoadores) assim que são eleitos, e que os faz esquecer de suas "bandeiras" do passado (embora todos nós, adultos inteligentes, estejamos cansados de saber que isso se chama demagogia eleitoral tão somente) - sempre servem de desculpa para esse ou aquele "desvio de conduta ideológica" do canalha da hora.
Mas nem o mais ferrenho defensor dessa tese sustenta versões contra os fatos óbvios: Quem, por via de moviemento armado, se preparou, tentou e NÃO conseguiu, em momento anterior, chegar ao poder pelas próprias mãos (guerrilha, golpe de estado, tomada do poder legalmente constituido enfim), sendo obrigado então, a se "recompor" submetendo-se ao sistema que abertamente se opõe, que deplora e que quer derrubar, usurpando os métodos republicanos clássicos de se chegar ao poder, minimamente DEVE ser considerado não um vencedor, pois que em um dado momento vence uma eleição - ainda que sem mérito próprio - mas sim um verdadeiro FRACASSADO em sua empreitada principal, vez que o objetivo primeiro de um golpista é a tomada do poder pela força, e não pelo "convencimento" da população apta a votar.
Portanto, o que esperar de gente que visa apenas derrubar um governo para instalar-se no lugar, sem preparo, sem conhecimento, sem planos de contingências para crises e sempre acessorados por apadrinhados sem capacidade nem tampouco uma função executiva efetiva definida? Pessoas "qualificadas" para um belo "efeito decorativo", que vencem eleições por sua facilidade de interlocução com seu "publico alvo", o eleitor desinteressado por política, que é obrigado por lei a "exercer" seu "direito" de voto, e o faz sem base, conhecimento ou mesmo intenção. Claro que a origem desse problema é de natureza cultural e tem raizes profundas no péssimo sistema de educação - sul-americano no caso, mas em geral, especialmente das populações de baixa renda (embora "nobres" ignorantes não fossem "moscas brancas", servos estavam "condenados", na sua maioria, ao trabalho braçal, por conta do modelo social vigente, é bom lembrar), ceifadas durante séculos pela monopolização da cultura nas mãos dos eclisiásticos, em especial, no ocidente.
Somos enfim, governados por verdadeiros ERROS (embora há quem os chame de "herois", essa pequena diferença linguistica destaca quem é quem nesse contexto) da sociedade, e não por acaso, assim como seus chefes, estes governos são um fracasso administrativo, muito embora possa-se alegar um certo exito politico passageiro, a História se encarregará, como tantos outros, de colocá-los em seu devido patamar, junto a sarjeta e fazendo par com o maior expoente de sua estirpe, quer seja, o "produto" já grandemente encontrada na Cloaca Máxima Romana, e que por toda linha do tempo abundou a civilização com seu fedor insuportável.
Quem me conhece sabe que eu não suporto essa esquerda brasileira e latida-americana, um arremedo de gentalha que eu, minimamente, nem respeito, pra dizer o mínimo.
Mas no pior dos caso, e estamos nele, somos obrigados, além de votar, claro, a conviver com esses DESgovernos meso-comunistas (com os bens dos outros - e a vida alheia), meso-capitaliastas (com as propriedades deles, lógico), e que a cada dia mais se afundam em medidas paliativas ou desesperadas de encontrar um rumo, sendo que nem ao menos sabem para que porto estão navegando (parafraseando Sêneca) e pior, nos fazem remar em suas barcas furadas.
Mas existe sim uma boa explicação para isto, e que está clarificada como água de nascente. Enfim, o que esperar de pessoas que, como nossa ...antA torturada (sei!) pela "dictadura", (ex?) guerrilheira de "envergadura" (ela era QUASE importante), que de tão competente e capaz, assim como seu cumpanheiro bolivariano huguito, diga-se de passagem, tentou, no passado inglorio - e jamais conseguiu - chegar ao poder (guardadas as devidas proporções) por meios, digamos, não tão democráticos quanto uma eleição (manipulada) que os levou (e os mantem), anos mais tarde, ao tão almejado cargo de pontífice máxim..., er, ops, digo, de chefes de Estado e de Governo de suas respectivas naçinhas (Outrora conhecidas como Nações, hoje diminuidas pelos atos contínuos de vilipêndio da História, da Cultura, Tradições e do partimônio público E sobretudo, privado.)
Há quem sustente que a tal via democrática, pelas quais muitos já chegaram ao poder (da extrema direita à extrema esquerda, passando pelo PMD... er... digo, o centrão), legitime esta "conquista" (como se por uma eleição pudessemos ser subjugados e tornasse-mos súditos de um governante por X anos, até a próxima eleição!), e assim justificam os "atos administrativos" heterodoxos praticados por essas pessoas, normalmente com vistas a uma clara necessidade de "governabilidade", que aliada a um "fator Alzheimer" - doença que afeta politicos (e seus apoadores) assim que são eleitos, e que os faz esquecer de suas "bandeiras" do passado (embora todos nós, adultos inteligentes, estejamos cansados de saber que isso se chama demagogia eleitoral tão somente) - sempre servem de desculpa para esse ou aquele "desvio de conduta ideológica" do canalha da hora.
Mas nem o mais ferrenho defensor dessa tese sustenta versões contra os fatos óbvios: Quem, por via de moviemento armado, se preparou, tentou e NÃO conseguiu, em momento anterior, chegar ao poder pelas próprias mãos (guerrilha, golpe de estado, tomada do poder legalmente constituido enfim), sendo obrigado então, a se "recompor" submetendo-se ao sistema que abertamente se opõe, que deplora e que quer derrubar, usurpando os métodos republicanos clássicos de se chegar ao poder, minimamente DEVE ser considerado não um vencedor, pois que em um dado momento vence uma eleição - ainda que sem mérito próprio - mas sim um verdadeiro FRACASSADO em sua empreitada principal, vez que o objetivo primeiro de um golpista é a tomada do poder pela força, e não pelo "convencimento" da população apta a votar.
Portanto, o que esperar de gente que visa apenas derrubar um governo para instalar-se no lugar, sem preparo, sem conhecimento, sem planos de contingências para crises e sempre acessorados por apadrinhados sem capacidade nem tampouco uma função executiva efetiva definida? Pessoas "qualificadas" para um belo "efeito decorativo", que vencem eleições por sua facilidade de interlocução com seu "publico alvo", o eleitor desinteressado por política, que é obrigado por lei a "exercer" seu "direito" de voto, e o faz sem base, conhecimento ou mesmo intenção. Claro que a origem desse problema é de natureza cultural e tem raizes profundas no péssimo sistema de educação - sul-americano no caso, mas em geral, especialmente das populações de baixa renda (embora "nobres" ignorantes não fossem "moscas brancas", servos estavam "condenados", na sua maioria, ao trabalho braçal, por conta do modelo social vigente, é bom lembrar), ceifadas durante séculos pela monopolização da cultura nas mãos dos eclisiásticos, em especial, no ocidente.
Somos enfim, governados por verdadeiros ERROS (embora há quem os chame de "herois", essa pequena diferença linguistica destaca quem é quem nesse contexto) da sociedade, e não por acaso, assim como seus chefes, estes governos são um fracasso administrativo, muito embora possa-se alegar um certo exito politico passageiro, a História se encarregará, como tantos outros, de colocá-los em seu devido patamar, junto a sarjeta e fazendo par com o maior expoente de sua estirpe, quer seja, o "produto" já grandemente encontrada na Cloaca Máxima Romana, e que por toda linha do tempo abundou a civilização com seu fedor insuportável.
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