terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Reflexão
O caso é que dessa vez nem vou me prestar a escrever totalmente um post, já que vou transcrever um texto - é um Ctrl C + Ctrl V desse blog -> Mananciais de Amor - intitulado:
ATENÇÃO... CUIDADO
...
Bom, esse é um testo metafísico em princípio, mas que vai de encontro ao meu pensamento sob muitos aspectos, sobretudo em relação ao significado do livre arbitrio, referido de passagem, e especialmente a questão da 'busca da verdade', aqui tangenciada, e que é entendida enquanto fato hora subjetivo, hora objetivo, dependendo a vontade do observador e sua lógica momentânea.
Gostei do texto porque tanto filosoficamente como em termos mais práticos, seja em política, seja no dia dia, ele adere perfeitamente a situações e comportamentos praticados pelo ser humano, que se apodera de uma abstração a quem nominou de "verdade" (ou a SUA - MINHA verdade), bem como estou fazendo agora, admito, para impingir aos demais outros as suas vontades pessoais.
Quando leio que "o ser humano 'odeia o ódio'" acho fascinante e ridículo ao mesmo tempo. É como ler que as superpotências nucleares não aceitam que paises como Coréia do Norte ou Irã possam desenvolver tecnologia nuclear - embora eu ache um absurdo que países miseráveis como esses gastem seus escassos recursos com armas de 'defesa' (ataque) - destruição em massa, isso sim - e que sa superpotências JÁ TEM! - e fiquem querendo fazer 'inspeções' inúteis e completamente desnecessárias.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O Real Valorizado
Não é bem assim, meus caros, a nossa moeda não está com essa bola toda não, alias, se formos olhar a conjuntura de forma mais distanciada e independente de fatores emocionais de curto prazo e ótica acanhada, veremos que o resultado da supervalorização do real se dá em função do ganho real em investir num ativo que continua pagando taxas elevadíssimas em comparação ao resto do mundo. Então devos nos perguntar se somos melhores ou apenas PAGAMOS MELHOR que os demais.
Sim, essa escolha pelo mercado brasileiro se deve muito em função da inflexibilidade econômica que estranhamente ajudou o país no pior momento econômico do ainda novo milênio. Somos os ortodoxos que não precisaram recuar pois estavamos tão distantes da praia que o "tsunami" econômico não nos atingiu diretamente. É verdade que nem sempre se morre em conseqüencia dos ferimentos diretos, provocados pelo inimigo quando se está num campo de batalha, há doenças, desastres naturais e fatalidades mesmo nas piores guerras, MAS... o Brasil passou relativamente bem pela tal crise mundial, se bem que a arrecadação caiu graças aos incentivos fiscais (que vieram em boa hora), que seguraram a economia e por mais absurdo que pareça, foram os responsáveis justamente por segurar a queda da arrecadação... vai se entender a matemática né? Perder pra não perder mais... contudo foi um acerto da área econômica, talvés o maior tapa de luva num governo descontrolado que tem uma fome arrecadatória e que não consegue enchergar que estrangulando a economia só vai acabar se sufocando junto. Essa foi uma grande lição que a crise trouxe e que o governo CERTAMENTE NÃO vai aprender, mas a vida continua...
Enfim, devemos a abundância de recursos estrangeiros no país ao alto grau de retorno nas taxas de juros, mais altos do que o necessário, e sempre atraentes no mercado internacional, ainda mais quando o Brasil se torna uma economia estável. Mas não é só isso. Aqui o dinheiro entra e financia as compras, leia-se IMPORTAÇÕES do povo brasileiro ante os demais países do mundo, enquanto nossos exportadores amargam prejuisos e concorrência acirrada com moedas desvalorizadas, como o DOLAR, ou de valor artificial, como o YUAN chinês, ou mesmo as barreiras comerciais de países Europeus, como a França, aquela que subsidia sistematicamente seus agricultores esquanto "exporta" o "Sr Bové".
Mas isso é só balela, o que importa (sic) é que um Dolar "fraco" oportuniza aos EUA competirem no mercado internacional, colocando seus produtos, comparavelmente MUITO MAIS CAROS em função dos custos de mão de obra (os direitos trabalhistas nos EUA equivaleriam a nossa carga tributária, em termos de comparação), em condições de igualdade frente aos "emergentes" - que é bom que se diga, pagam vergonhosas misérias aos seus trabalhadores (chão de fábrica), especialmente as economias do "BRIC", mas também os tigres asiáticos (gadgets e demais tralhas eletrônicas) e regiões sub-desenvolvidas produtoras de alimentos - sem falar no próprio público consumidor americano, que finalmente começa a se recuparar.
Alias, para a economia americana, é muito importante que o consumo interno aumente, mas que a demanda seja majorada pelos produtos produzidos dentro do próprio país. Comprar quinquilharias chinesas ou de qualquer outro local não gera empregos e conseqüentemente, renda para a indústria americana. Sem essa importante parcela da economia, que é o setor produtivo, a maior economia global tenderia a se tornar apenas um grande centro de passagem comercial, o que não é interessante, sobretudo para eles próprios, claro. Sem a industria forte, o setor de pesquisa e desenvolvimento, ligado a esta, logo desaparece e o comercio passa a ser intermediário sem papel ativo em decisões importantes, enfraquecendo, por conseqüencia, governo e Estado. Portanto, as causas da desvalorização do Dolar são muito mais políticas do que econômicas e serão revertidas tão logo o governo americano queria se fortalecer no cenário internacional.
Para o Brasil, o que se pode tirar de vantagem disso tudo é aproveitar o dinheiro extra que entra e tentar levá-lo a permanecer na cadeia produtiva, criando empregos, distribuindo renda, aumentando margens de lucro que possam incentivar setores importantes da economia, como geração de energia, estratégico para os interesses futuros, e hoje caótico, a se reestruturar e se preparar para investir e oferecer as condições de crescimento e desenvolvimento que o nosso País necessita.
Nossos gastos públicos, lógico, devem entrar na conta, já que redução de impostos, como se viu esse ano, incentiva o progresso e pode até aumentar a arrecadação em escala, no longo prazo. Só falta fechar a torneira da gastança e punir a corrupção, mas ai já é uma outra história...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Porque NÃO comprar um Iphone!
Tijolo naturalmente é uma analogia aos antigos celulares analógicos e mesmo aos primeiros digitais, até pelo tamanho avantajado do Iphone...
pois bem, teci alguns comentários sobre o mesmo e transcrevo-os aqui (Ctrl+C & Ctrl+V mesmo):
1.- Para navegar na Internet, assistir a filmes ou jogar eu uso o PC.
Porque alguem trocaria, em sã consiência, uma tela de 15, 17, 19 ou 22 polegadas por um celular??????
Tenho um MP3/4 que uso pra ouvir música lá de vez em quando, porque clipes eu não me presto a assistir numa telinha de m... e no mais, rádio ou minhas músicas preferidas eu ouço no carro ou no PC mesmo, quando to navegando.
O que eu realmente uso num celular é a função de VOZ, uma ou outra mensagem de texto e tiro umas fotos as vezes, daí que até hoje eu não vi vantagem nesse Iphone, tanto pelo preço absurdo quanto pela quantidade de funções que eu nunca vou usar.
Já acho a telinha de 9 pol. do EeePC muito pequena pra usar a internet, imagina uma de 3,5 pol. ou menor... Não sei quem é pior, a Apple com esses "gadgets" que ela jura que valem as centenas de $$$ que ela cobra ou a MS, que continua vendendo "Windows Starter Ed." e divulgando que isso é sistema operacional, affffff...
Mas a comparação do tijolo do o Iphone foi impagável mesmo, só faltou dizer que pelo preço do brinquedinho eletrônico dá pra comprar tijolos pra contruir meia casa popular, quissá mais até...
Qual a vantagem de trocar um teclado "analógico" por um "digital"? Se a operação fosse totalmente por comando de voz, faria sentido, mas no geral, é um telefone FRESCO, CARO e FÚTIL, de uma empresa "de vanguarda" que é tão a frente do seu tempo que está isolado do resto do mundo... é como falar latim... muito útil se você encontrar um texto excrito no século XII, mas pra conversar com alguem... affff
A Apple é tá engatinhando em matéria de celular, você tem que usar o iTunes e pagar por tudo ou fazer uma GAMBIARRA e usar um crack pra desbloquear o aparelho, parece até que fizeram um intensivão de como manter a "fidelidade" do cliente com as operadoras brasileiras, hahahaha.
Mas o bom disso tudo é ser livre pra não comprar o referido aparelho, ainda que muitos o façam, pois que cada um sabe o que melhor lhe atende. Apple pra mim, só misturada, numa bela salada de frutas, hahahahaa...
3.- De mais a mais, a bem da verdade, nada tenho contra o Iphone ai, que na verdade, é só maus um produto de uma empresa estilo "Michel Moore", que criticou a política republicana do Bush durante os 8 anos, e no geral, a tendência americana de cultuar o armamentismo, tentando demosntrar pro mundo todo que isso era a coisa mais malvada e perversa que o governo americano podia apoiar e fazer, mas que na verdade, ele usou e abusou para ENRIQUECER, fazendo filminhos "criticos" do que mais lhe rendou dinheiro... Assim agiu o ex vice-presidente Al Gore, que depois de ser o 2º homem do governo mais poluidor do mundo, virou "VERDE", e levou outra bolada fazendo... - um filme ecologicamente correto - hehehe, que preocupação com o meio ambiente...
Assim se fez o sr. Steven Paul Jobs, o cara que criou 3 produtos "revolucionários" na vida. Criou o Mac, mas não foi esperto o bastante para para popularizá-lo, perdendo a corrida para o então inferior IBM-PC e seu sistema Microsoft.
O que fizeram o sr. Jobs e seus (poucos) consumidores? Sentiram-se superiores, intelectuais no meio da plebe inculta, massa de manobra das "elites das grandes empresas". Mas não eram eles mesmos elitistas com seus Macs poderosos? Sim, mas esta era uma eleite pensante, intelectualizada, a 'inteligenzia' que não pode ser levada como uma prancha, numa onda comercial... São os formadores de opinião do mundo da TI, são clientes da Apple, a marca hi-end...
Pois então que veio a ideia do sr. Jobs de criar um Walkman digital... Seria esse o fim da eleitização? Sim e não... o Iphod chegou com seu Itunes e de certo modo, popularizou sim a marca da maça, mas não deixa de ser curioso que o proprio nome do produto traga, ao menos em nosso idioma, analogias que chegam a ser cômicas.
Vejamaos: "- i-pode?". Essa é uma classica pergunta que meio que se repetira no Iphone, que justamente leva a uma idéia smples: EU POSSO? Mas posso o que? a primeira vista, trata-se de um questionamento sobre o aparelho, mas, no Brasil, e certamente em todo o 3º mundo, a questão é: - Eu posso pagar tudo isso para ter um Walkman modernzado?
Parece que o sr. Jobs estava na LUA quando surgiu o Nepster, e não conseguiu enchergar que a graça de ter seus arquivos todos em .MP3 não é facilitar a seleção ou o armazenamento dos mesmos, mas o fato de PODER BAIXAR DE GRAÇA ESSES ARQUIVOS PELA INTERNET. Pagar pelo conteúdo do Iphod ou do Iphone é agregar um custo demasidamente alto, especialmente em paises subdesenvolvidos, onde a renda percapta e o custo dos produtos tem um peso inversamente desproporcional.
Dessa maneira chagamos a segunda analogia: "- i-****!". Essa é a exclamação que o sujeito faz ao descobrir que tem que pagar TAMBÉM PELO CONTEÚDO para usar um produto que é seu porque foi adquirido num operação de COMPRA E VENDA. - Olha ai a similaridade com a M$, tão abominada pelos clientes da Apple...
Desse 'lampejo' de sabedoria do sr. Jobs nós devemos o sucesso dos MP-tudo players, que a China despeja aos milhões nos camelôs do mundo inteiro, (tem uma 6 dúzia aqui em casa), e embora os gadjets, ou apps, se preferirem, tenham lá seus dias de uso, ma maioria do tempo são só mais um estorvo ocupando espaço, pois as reais utilidades se resumem a 3: tocar música, tirar fotos e vídeos, quando estão disponíveis.
O Iphone agregou um celular ao Iphod, coisa que não é novidade nem mesmo em CUBA, alias, acho que nem na Coréia do Norte deve ser, mesmo que ninguem use celular por lá.
Mas se chegou atrazada na corrida (e como chegou), a Apple teve o mérito de se VENDER como ninguem jamais o tinha feito, pois lançou o mesmo ÚNICO modelo várias vezes (ou gerações, se preferirem), como se tivesse inovando a cada (RE)lançamento, e na verdade fez uma revisão e vem retirando defeitos, lentamente, diga-se de passagem.
Mas não é a incompetência da Apple que me leva a não gostar do Iphone, e sim a idéia de ser uma empresa de produtos revolucionários. Não é. Vende coisas comuns, vai exatamente atrás do que o grande público quer, apenas PARA GANHAR DINHEIRO, como todas as outras empresas, particulares ou estatais, mas tenta vender a imagem de "DIFERENTE". Belo mkt, pobre realidade, a Apple tem um produto de massa PSEUDO-SOFISTICADO que custa muito mais do que deveria, ao menos paro o padrão brasileiro de consumo.
Simplesmente NÃO VALE O QUE CUSTA e isso basta, talvez na França ou na Suiça valha a pena, mas não aqui...
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
TERRA x marte

A rigor, nada, a não ser a curiosidade de comparar os tamanhos de ambos, porém... O interessante aparece quando comparamos a grandeza dos corpos celestes aos seus respectivos "pares" futebolisticos, especialmente a nós gaúchos, acostumados com a rivalidade GREnal, que tanto engrandece o lado azul e humilha o lado rubro (de vergonha, hahaha). Mas nem todos os humanos tiveram a sorte de nescer na terra dos extremos, então, cabe explicar aos que ainda não entenderam nada, que estou falando da diferença clara entre a superioridade gritante do planeta AZUL, lar da mais avançada civilização conhecida do universo, em contra partida ao planetinha vermelho, mero coadjuvante, sem vida, sem agua e sem atmosfera respirável, e sua imagem sufocante e desanimadora de desolação.
Mas já falei de mais, afinal uma imagem fala mais que mil palavras...
clique na imagem para ampliarsábado, 12 de setembro de 2009
Crescimento Chinês
A questão da qualidade do produto chinês é de suma inportância para entendermos o mecanismo de colocação no mercado e de preço do mesmo, vez que o desenvolvimento de novas tecnologias é um caminho meio nebuloso na china. Por ser um pais comunista, a propiedade intelectual é considerada um "BEM DO ESTADO", o que dá direito, em tese, a qualquer cidadão chinês a ter acesso à idéia para poder produzir a partir dela. Deste ponto de vista, não há "segredo industrial" que possa ser guardado na china por meio de patentes, o que coloca os desenvolvedores em uma encruzilhada: "- melhorar meu produto vai me garatir sucesso sobre os demais?". Este é o princípio numero um que norteia o desenvolvedor de projetos no mundo todo, porém na china, a concorrência tem outras formas. Mais significa para o empresário vender seu produto a qualquer custo do que ter algo exclusivo, pois exclusividade é tudo o que ele definitivamente não terá, com incentivos oficiais, ainda por cima. A qualquer custo também significa pouco lucro muitas vezes, pois num pais de política comunista e economia captalista, a segunda está a serviço da primeira, e o interesse principal do governo é manter seu povo empregado e recebendo salário, pois assim alivia seu custo social e passa para a iniciativa privada a "responsabilidade" de sustentar a economia estatal (e alguma vez deixou de ser assim em alguma parte do mundo?), colhendo os louros do florescimento econômico de sua política econômica capitalista dentro de uma política partidária e de estado comunista (Semalhanças com o governo brasileiro não são mera coicidência). Dentro dessa concepção de desenvolvimento, precisamos considerar o custo de produção local, especialmente de mão de obra chinesa. Com a planificação econômica e uma espécie de tabelamento, vez que tudo (a produção) pertencia ao estado, este controlava os preços de forma artificial (dentro de uma perspectiva de economia de mercado) e mantinha sob controle a inflação e consecutivamente o preço/custo de produção (ambos se confundiam nesse caso, ficando nebuloso o momento que separa um do outro em um linha de produção tradicional). A desregulamenteação econômica, se é que assim podemos chamar o sistema atual chinês, impôs ao novo empresário uma adaptação ao padrão captalista de produção e demanda. Sob a tutela estatal ele estava protegido desse risco de competir, porém, no novo cenário, produzir (mais) e vender (mais) é imperativo, tanto para manutenção da fábrica e lucros, quanto para suas expanções. Neste sistema misto, aonde a patente intelectual não existe e a pirataria (do nosso ponto de vista, não do deles, claro) é a lei, porém, onde só quem vende se mantem, e só se mantem que inova, o empresário chinês encontrou um novo nincho de mercado, esses "gadjets" descartáveis, parafernálias eletrônicas, cheias de tecnologias (mal) copiadas ou (muito mal) desenvolvidas) e que vendem porque são extremamente baratas de se produzir e vender.
O grande problema de tudo isso é que por fabricar produtos baratos, para ter algum lucro o empresário chinês priscisa produzir em grande quantidade, abrindo mal do controle de qualidade, não refutando nada, nem mesmo produtos com defeitos aparentes ('- Isso irá mudar com o passar dos anos, mas ainda vai demorar algumas décadas até termos uma grande maioria de bons produtos "made in China" e pelo andar da carruagem, os gadjets chineses logo serão substituidos pelos gadjets indianos, país que cresce populacionalmente muito e que precisará empregar fatalmente mão de obra barata, tal como faz hoje a China.'). Qualidade não é algo que se deseja, é algo que se busca, com esmero, com técnica, com aperfeiçoamento, treinamento, profissionalização e conhecimento, coisa que ainda é um luxo para a mioria dos trabalhadores da industria chinesa, bem como de resto de grande parte do mundo, em escala menos em alguma partes, mas ainda existente em todo lugar. A preocupação com a qualidade sim é um desejo no restante do mundo que não faz parte do ideal do governo chinês, que quer cerscimento econômico para demonstrar força primeiro, e certamente busca produtos de qualidade num futuro próximo, muito mais pros seus cidadão do que para exportar, pois vê os demais povos apenas como consumidores de segunda classe, indignos de merecerem o melhor produto Chinês (colonialismo esse pensamento, não?), desenvolvido pelos senhores do comunismo político (que ainda não é uma realidade, mas é o sonho do PC Chinês) Para exportação ainda teremos que conviver com algumas décadas de predutos de baixa qualidade e durabilidade, sendo o pensamento majoritário de quem vende esses produtos essa desculpa: ' - mas porque comprar um computador ou celular que dure dez anos se sua tecnologia vai estar superada em seis meses!', e ai você descobre que há um fundo de coerência nisso tudo, e embora seja apenas uma cortina de fumaça para esconder a incompetência de desenvolvimento ou de produção de produtos de qualidade, passa a concordar com essa maioria. O caso é que é uma meia verdade, pois as tecnologias se puperam sim, mas nada tão rápido quanto os descartáveis chineses se deterioram e precisam ser substituidos, aliás, com incrível prejuiso paro o bolso (e a carteira, o talão, o cartão, a conta, a poupança, etc.), de modo a garantir, na lógica das coisas, o emprego e a produção sempre crescente do novo império chinês, sustentado pela incapacidade de outros países de em princípio, suprirem a produção de bens duráveis de boa qualidade e alta tecnoligia a preços acessíveis, especialmente o Brasil, com uma indústria que investe pesado em qualidade e tem que repartir os lucros com um governo inepto e voraz por impostos, e que suga para si a metade das possibilidades de aumento salarial e, consequentemente de consumo do trabalhador brasileiro, insuflado pela política fiscal opressiva do governo a adquirir os produtos chineses, mais baratos, para para saciar a sua fome de consumo, criada a partir de uma das mais brilhantes industrias brasileiras, a de propaganda.
Mas o produto chines não é só ruim e barato, é também o motor que move o mundo e não para nem na crise, mas porque? Simples, se você tiver que optar entre comprar um produto nascional de R$ 1400,00 ou um chines de R$ 390,00 justamente numa época de crise, onde o perigo de perder seu emprego é grande, o que você faz? A maioria das pessoas compra o produto barato e garante o emprego e a produção chinesa em detrimento do produto nacional, de qualidade, de mão de obra mais cara e especializada, diminuindo a crise lá e aumentando aqui (esse é um cenário hipotético típico do brasil, mas que se repete em qualquer lugar do mundo). A chave para um crescimento de dois digitos está ai - recita inglesa da revolução industrial captalista, diga-se de passagem - coisa que aconteceu com a Inglaterra no século 18, França, Alemanha, E.U.A., Japão e Itália no século 19, Brasil, Argentina, Coreia do Sul, e Rússia no século 20. Como se vê, nada de novo, a não ser a escala de 1,3 bilhão de habitantes produzindo em massa bugigangas descartáveis, ao contrário das primeiras manufaturas (tecelagem) que duravam um pouquinho mais, hehehe...
Em suma, o crescimento chinês é fruto do meis puro desenvolvivento captalista da industria, com a variante da quebra de patente, só a muito pouco consedida na China, por pressão das grandes indústrias, que apesar de serem infinitamente prejudicadas pela pirataria chinesa, mantem grandes parques industriais naquele pais justamente por conta da mão de obra barata e sempre empregada, consequentimente, com poder aquisitivo, ainda que baixo para os padrões ocidentais, garantindo um mercado consumidor em expansão, tento na China quanto de produtos chineses no mundo, mais baratos e competitivos - no preço - que a concorrência estrangeira. Na conta da população chinesa, por outro lado, seus "gadjets" são pequenos luxos que até poucos anos só eram vistos nos filmes e nas mãos dos membros do PC (importados, a saber), e que custam pouco, trazem uma felicidade verdadeira, ainda que fulgas e fazem seus donos (lembres-se que PROPRIEDADE é um conceito RELATIVAMENTE novo na China comunista) sentirem se inseridos num mundo globalizado, sem fronteiras (novidade por lá também), parte da humanidade que caminha para frente, em direção ao futuro, e certamente estão, dentro de uma tendencia que começõu a sebese-se lá quantos mil anos atés, com a transformação das primeiras sociedades tribais de caçadores e coletores nômades, mais aparentados ao animais ditos irracionais em agricultores sedentários com maiores laços sociais e suas concequências territoriais.
A China cresce porque vende toda a sua produção e com isso, produz ainda mais para suprir a demanda e assim continuará a fazer enquanto seu governo permitir e incentivar, mas principalmente, enquanto outros governos permitirem e incentivarem, especialmente o nosso, seja através de políticas fiscas arrecadatórias equivocadas, políticas públicas econômicas, sociais e de investimento de cunho ideológico que não geram prosperidade além do voto na próxima eleição e principalmente ganancia e miopia no segundo pilar da economia de mercado: a força do poder de compra - DEMANDA - do povo brasileiro, que precisa estar em condições de adquirir os produtos de qualidade que sua industria interna produz, gerando o "ciclo chinês" de aumento da produção, gerado pelo aumento da demanda, gerado pelo aumento da produção, gredo pelo aumento da demanda e assim subsequentemente.
Por Skullmann
domingo, 30 de agosto de 2009
Expointer
Posteriormente as melhores fotos... só aqui!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Voltando...
Hoje recebi mais um dos inúmeros e-mails falsos que pedem pra você visitar uma página ou instalar um plug-in. O diferencial desse é que a linguagem é clara, objetiva e não parece com um e-mail falso, por isso vou postar aqui o "conteúdo" - sem o link, óbvio.
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Viciado em BBB?
domingo, 25 de janeiro de 2009
Como enganar uma loira
Se você quer saber como enganar uma loira, clique na imagem a seguir e descubra a maneira mais fácil...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Teste para seu Cérebro
Alguma vez já se perguntaram se somos mesmo diferentes ou se pensamos a mesma coisa que outras pessoas? Faça esse exercício de reflexão e encontrem a resposta!!!
Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez MENTALMENTE e o mais rápido possível, mas lembre-se, não siga adiante antes de ter respondido a pergunta anterior.
E se surpreendam com a resposta!!!
Agora, responda uma de cada vez:
Quanto é:
15+6
….21…
3+56
….59…
89+2
…91…
12+53
…..65…
75+26
….101…
25+52
….77…
63+32
…95….
Sim, os cálculos mentais são difíceis mas agora vem o verdadeiro teste.
Seja persistente e siga adiante.
123+5
..128….
RáPIDO! PENSE EM UMA FERRAMENTA E UMA COR!
…….
E siga adiante…
…….
Mais um pouco…
……..
Um pouco mais…
……..
Pensou em um martelo vermelho, não é verdade??? Se não, você
faz parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar
em outra coisa.
98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício.
Seja qual for a explicação para isso, mandem para seus amigos para que
vejam se são normais ou não!!
Retirado do Blog Cérebro de Barata
A propósito - pensei numa furadeira azul...
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