O caso é que dessa vez nem vou me prestar a escrever totalmente um post, já que vou transcrever um texto - é um Ctrl C + Ctrl V desse blog -> Mananciais de Amor - intitulado:
ATENÇÃO... CUIDADO
...
Confesso que há momentos indecifráveis a todos, uma vez que, toda primeira vez, é um misto de sensações opostas.
Reflito...
Medito...
Penso...
Concluo, que toda pessoa, tendo conhecimento do bom e do mau plantio... a responsabilidade é maior e a colheita é quase letal, quando se constata o erro e não o acerto que se pensava.
Por isso, aprendo algo que compartilho com quem por aqui passar, parar, ler e se identificar...
Atençâo cuidadosa com as normalidades do mundo…
Sim, pois no mundo a vida é um morrer de descuido e de descaso...
Portanto, seguir a normalidade da vida segundo o mundo, de fato é entregar-se ao fluxo dos que vão na avalanche pensando que o abismo não chegará nunca...
A normalidade do mundo é doença segundo Deus...
Tal é a normalidade do mundo que pelo voto se pode escolher Barrabás...
No mundo um homem que salve uma vida em situação de colocar a sua própria em risco, é um herói; enquanto aqueles que vivem todos os dias salvando vidas, são apenas pessoas que fazem isso...
No mundo... poder... é domínio sobre outros...
No Evangelho... poder... antes de tudo, é controlar a si mesmo.
No mundo a inveja faz os homens quererem crescer segundo o mundo... (o que chamamos de ambição)
No Evangelho, por exemplo, o que move um homem na vida deve sempre ser o amor que a ninguém inveja, e que é contente em ser quem é...
O mundo diz que o Grande é o quantificável...
O Evangelho diz que o quantificável é nada, pois o que É não é mensurável...
O mundo diz que odeia o ódio, mas odeia sempre com mais ódio ainda aqueles sobre os quais são impostas as certezas de “eles” serem os promotores do ódio...
No mundo quem não aceita um desafio é covarde...
No Evangelho aquele que aceita um desafio é tolo...
O homem/mulher do Evangelho nunca deve aceitar desafios de outros, mas apenas andar segundo sua própria superação em amor sábio.
Entretanto, no mundo é normal dar segundo se recebeu...
A toda ação corresponde uma reação equivalente, advoga o mundo, seguindo como sabedoria para a vida a Lei da Gravidade e das forças das pedras e dos projéteis...
No Evangelho... à cada ação que incida sobre nós, deve haver uma ponderação... e, então, depois, a escolha do curso de caminho que seja o nosso próprio caminho, e não um andar tangido pelo pastoreio dos impositores de caminhos e veredas desviados... é nesse momento que leva-se em conta aqueles que conhecem da Palavra de Deus não como letra, mas, como revelação do Espirito Santo (Deus).
Na normalidade anestesiada do mundo, todo sucesso é prisão e mais escravidão ainda ao sucesso como deus...
No Evangelho todo verdadeiro sucesso liberta a pessoa da escravidão do sucesso segundo o mundo.
O mundo do qual falo é apenas um: esse feito de ideologias, grifes, objetivos e cronogramas de alcance de alvos bem materiais e terrenos...
Sim, o mundo do qual falo é esse ente sem dono humano aparente, mas que controla todas as nossas decisões, dando-nos a ilusão de livre arbítrio...
Ora, nesse mundo pode-se odiar quem nos odeia; pode-se antipatizar gratuitamente; pode-se tudo o que se pode...; exceto matar... [exceto nas exceções convencionadas] ou roubar [a menos que se evite ser “pego”].
No mundo é normal ser aflito(a), angustiado(a), preocupado(a), desejoso(a), insatisfeito(a), sempre em busca de algo, sempre se medindo por outros, sempre na Maratona das Comparações...
No mundo o normal é consumir...
Portanto, tome cuidado, pois, ser normal segundo o mundo é fazer-se louco diante de Deus e da vida que é.
Não esqueça nunca que a única normalidade já vista em um homem está no Filho do Homem.
Pense nisso!
...
Bom, esse é um testo metafísico em princípio, mas que vai de encontro ao meu pensamento sob muitos aspectos, sobretudo em relação ao significado do livre arbitrio, referido de passagem, e especialmente a questão da 'busca da verdade', aqui tangenciada, e que é entendida enquanto fato hora subjetivo, hora objetivo, dependendo a vontade do observador e sua lógica momentânea.
Gostei do texto porque tanto filosoficamente como em termos mais práticos, seja em política, seja no dia dia, ele adere perfeitamente a situações e comportamentos praticados pelo ser humano, que se apodera de uma abstração a quem nominou de "verdade" (ou a SUA - MINHA verdade), bem como estou fazendo agora, admito, para impingir aos demais outros as suas vontades pessoais.
Quando leio que "o ser humano 'odeia o ódio'" acho fascinante e ridículo ao mesmo tempo. É como ler que as superpotências nucleares não aceitam que paises como Coréia do Norte ou Irã possam desenvolver tecnologia nuclear - embora eu ache um absurdo que países miseráveis como esses gastem seus escassos recursos com armas de 'defesa' (ataque) - destruição em massa, isso sim - e que sa superpotências JÁ TEM! - e fiquem querendo fazer 'inspeções' inúteis e completamente desnecessárias.

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